Avenida que mata a mata

ANTES – Essa era a avenida rebatizada de Makio Sato, pouco antes das obras de duplicação, em setembro de 2021. Um trecho de menos de 800 metros, um cartão postal que foi descaracterizado pelo concreto (Foto: Aida Franco de Lima)

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AIDA FRANCO DE LIMA
Doutora em Comunicação e Semiótica, jornalista, professora, escritora, ativista ambiental.



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